breve cronologia

O movimento pela linguagem clara começou a ganhar fôlego no final dos anos 1970, nos Estados Unidos, Inglaterra e Suécia.

Estes países viram surgir iniciativas em prol da linguagem clara a partir de ímpetos pessoais – como o protesto de Chrissie Maher e Martin Cutts em Londres –; por meio de legislação, como o pioneiro decreto do presidente americano Jimmy Carter; e, no caso sueco, com o primeiro especialista em linguagem clara sendo contratado pelo governo federal.

Nas décadas seguintes, o movimento cresceu e se expandiu para outros países da Europa e das Américas.

Os argumentos em prol da linguagem clara são antigos. No caso da Suécia, bota antigo nisso.

Remonta ao século 16, quando o Rei Gustav Vasa decretou que autoridades falassem sueco de um jeito que o povo entendesse, e não usassem mais alemão, dinamarquês e latim.

Já na língua inglesa, uma das bases conceituais pode ser localizada na década de 1940.

Naquela época surgiram defesas de peso, como a do escritor inglês George Orwell e a do estudioso da linguagem Rudolf Flesch, austríaco nacionalizado americano.

Hoje, esta ação mundial congrega organizações da sociedade civil, instituições governamentais e empresas privadas em diversos países e idiomas.

Elas estimulam o ativismo, organizam encontros internacionais, concedem premiações, fomentam pesquisa, editam publicações e, principalmente, disseminam parâmetros de boas práticas.

No contexto brasileiro, há poucos profissionais praticando e pesquisando o tema. O blog COMCLAREZA é uma referência importante do movimento.

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